A vida é uma viagem fascinante que mistura paixão, arte e desejos. No fascínio das viagens você encontra pessoas, lugares, sabores e fatos. Este espaço é um diário de bordo que convida você a viajar a diferentes lugares, sendo levado a experimentar diferentes sabores, conhecer sob um aspecto especial pessoas já conhecidas e a encontrar pessoas que devem ser (re)conhecidas, tudo com fatos e fotos coloridos de muita poesia. Bem-vindo a bordo!
Venho trazer até vocês a
série “Escritores”. Quero apresentar alguns daqueles que gosto de ler. Trarei
notas simples e um resumo breve do indicado, mas tentarei fazer com frequência.
Tenho certeza que alguns deles já conhecidos e amados por vocês, outros novos e
igualmente fascinantes. As indicações não seguem nenhuma ordem de preferência. Também
não escolherei classes, estarão entre os nomes descritos: poetas, filósofos,
contistas, cronistas e toda sorte de escritores, porque o acredito mesmo é que cada
escritor, em sua maior expressão de fazer arte em forma de literatura, é de
tudo um pouco, sem limitações, sem denotações, pois assim é o mundo de quem
cria e escreve.
Antes de começar as
indicações dessa nova série “Escritores”, queria dizer que vou tentar
sintetizar o que e como o indicado escreve e nada passa de sugestões, porque
antes de qualquer coisa um leitor deve saber do que gosta, para onde quer
caminhar, pois as obras literárias, ou não, nada mais são que grandes passeios
em mundos que merecem ser desbravados. E os mundos são grandes e vastos,
diferentes em todas suas complexidades, alguns passeios serão agradáveis,
outros não, mas você é o responsável pelas escolhas. Tudo depende de momentos,
da forma como você compreende a obra e o seu autor e, o mais importante, como
você se percebe nesse conjunto de ideias e sensações, que nada mais é que a descrição
da sua própria invenção.
Arquivo da Internet
Começo
a série com Florbela Espanca. Poetisa
portuguesa, morreu muito cedo, com apenas 36 anos, mas dona de uma obra rica e
cheia sentimento. Escreveu com traços fortes e marcantes da feminilidade, tem
sua poesia desenhada por um característico erotismo e austeridade. Soube
transformar dores e tristezas em poesia de força e liberdade. Conhecida por uma
vasta produção de sonetos, tem alguns desses transformados em música, como é o
caso de “fanatismo”, no Brasil, linda música cantada por Raimundo Fagner.
Queria agradecer aos mais
de dois mil acessos em pouco mais de dois meses. Esse espaço, que criei com
ajuda do amigo e jornalista Dado Dardinheles, tem o objetivo único de partilhar
minhas ideias, minha poesia e impressões sobre coisas que vivo e lugares e
pessoas que conheço. Feliz por está sendo bem visitado por todos vocês que escrevem
e vivem comigo minha história. Desejo que minhas ideias e sensações possam de algum modo
acrescentar algo à vida e ao dia de cada um que visita este espaço. Meu muito
obrigado!
Antes de ontem (dia 04 de
março) eu postei aqui um artigo sobre Edith Piaf, sugerindo uma de suas músicas
que gosto muito, À quoi ça sert l’amour. Por uma incrível que pareça, coincidência ou não,
sem procurar nada sobre Piaf ou sobre essa música, estava a procurar curtas
franceses para me familiarizar com a língua, encontro o curta que compartilho
com vocês. Uma animação muito charmosa, atraente e divertida, agrada todos os gostos. Pra que serve o
amor? Encontre respostas...
Quero deixar hoje a dica
de um filme já um pouco antigo, mas muito emocionante e que, com certeza, vale
muito a pena assistir. Quem já assistiu há algum tempo, pois o filme foi
lançado em 1999, assista de novo – sempre é bom ver o mesmo com olhos
diferentes, mais de dez anos depois, pode ter certeza que essa emocionante
história não será mais a mesma. Com um elenco sensacional, Tom Hanks é a
estrela principal, fazendo o papel de Paul Edgecomb e Michael Clarke Duncan,
como coadjuvante interpreta John Coffey.
O filme narra a história
de Paul Edgecomb, um agente penitenciário, responsável pelo Bloco A (o corredor
da morte), numa penitenciária no estado da Louisiana nos anos 30 e é baseado na obra do célebre escritor norte-americano Stephen King. Paul Edgecomb passa por
várias provas que o põe num conflito moral que viria o atormentar pelo resto de
sua vida. A história é contada por ele em flashback, quando já está velho num asilo
e relembra com uma amiga tudo que viveu à época. Sua vida nunca mais seria a
mesma depois de conhecer John Coffey e, talvez, a de muitos que assistam esse filme.
John Coffey, interpretado por Michael Clarke
Duncan é um negro de formas avantajadas e que por isso já impõe medo e
desconfiança. Foi acusado de matar duas crianças brancas e por isso condenado a
morte. Contudo, como as aparências enganam, muita emoção, diversão e reflexão
há de acontecer durante essas quase três de horas de sessão e vocês poderão
conhecer o verdadeiro John Coffey.
Como toda boa história,
sempre ficam grandes lições. Para mim, as mais importantes foram: cuidado em
julgar pelo que se ver e a mais difícil, tentar compreender e aceitar quando em
determinados casos somos obrigados a fazer algo que vai contra tudo aquilo que
julgamos ser o correto e verdadeiro. Prepare o coração e uma boa porção de
pipocas!
O vídeo a seguir é um resumo e crítica sobre essa envolvente história que foi indicada a quatro Oscar's: